domingo, 18 de março de 2012

Desordem bioenergética é uma das causas do câncer


Desordem bioenergética é uma das causas do câncer


O Câncer é desenvolvido não só por um fator, mas pela somatória de vários: hereditários, psicológicos e principalmente bioenergéticos. Alguns estudiosos dizem que matamos um câncer por dia. Outros dizem que um entre cinco habitantes da Terra vai desenvolver o câncer. Infelizmente, são espantosas verdades, já que nosso sistema imunológico, quando bem sincronizado, está programado para reconhecer qualquer invasão externa ou processos internos como reprodução celular anormal. Cada vez que nosso corpo duplica uma célula de forma irregular, o sistema imunológico entende que é um corpo estranho ao organismo e procede com o encapsulamento ou aniquilação daquela forma mal duplicada. Sob este ponto de vista, o sistema imunológico é responsável pela limpeza do organismo, tanto de agentes externos como internos indesejáveis. O Centro de Análises de Energia Vital realizou uma pesquisa com seus clientes que buscaram na Bioenergopatia um coadjuvante para o tratamento do câncer e constatou que 25% deles tinham potencial genético para o desenvolvimento da doença, e de certa forma já estavam programados mentalmente, e que 75% eram melancólicos e depressivos. Analisando estes resultados podemos dizer que o Câncer é desenvolvido não só por um fator, mas pela somatória de vários: hereditários, psicológicos e principalmente bioenergéticos. O indivíduo nasce ou não com o potencial para o desenvolvimento da doença. Durante a infância e pela vida toda vai contaminando seu organismo com metais pesados, com a utilização de utensílios de alumínio e contato com produtos químicos - como desodorantes, obturações dentárias de amálgama e inalação de metais pulverizados na atmosfera. Além de não se alimentar com a energia protéica necessária, comendo elementos de baixo valor nutricional. Beber e preparar sua alimentação usuando água contaminada com produtos químicos, como o cloro e o flúor em excesso, também prejudica, além de estar em contato demasiado com álcool isoproprílico e propilenoglicol, substâncias presentes em todos os produtos de limpeza e higiene pessoal. Podemos somar a todos estes fatores a nossa respiração precária e a baixa quantidade de oxigênio no ar, o que faz com que as hemácias do sangue fiquem muito próximas, para roubarem oxigênio uma das outras. O sangue fica grosso dificultando o sistema circulatório, o que atrapalha o trabalho do sistema imunológico. O fígado, desta forma, funciona com certa dificuldade, não conseguindo fazer seu papel de limpeza física do sangue. Além de tudo isso, estamos imersos num oceano de eletromagnetismo e ondas nocivas, como a dos celulares e suas antenas, que acabam por destruir nossa proteção bioenergética, transformando nosso corpo em terreno propício para o desenvolvimento do câncer e outras doenças degenerativas. Este cenário apavorante, aparentemente sem saída, exige a busca por prevenção, já que a mudança do meio externo não pode ser controlada. Mas como escapar desta rede de fatores incontroláveis que nos levam diretamente ao distúrbio bioenergético e conseqüentemente à doença? Hoje é possível fazer a prevenção de tamanhos desarranjos através da conscientização, da melhora na qualidade de vida, do fortalecimento psicológico e da busca do reequilíbrio bioenergético. O Centro de Análises de Energia Vital faz uma avaliação bioenergética através de testes não invasivos e de alta efetividade, tratando distúrbios somatizados ou em vias de somatização.                                                                       Para saber mais sobre dicas para conservar sua saúde bioenergética visite o site www.institutomedeiros.com.br O prof. Geraldo Medeiros Jr. é bioenergopata, presidente e fundador do Centro de Análise de Energia Vital e há 20 anos estuda as diferentes energias presentes no corpo. É Membro da Academia Internacional dos Profissionais de Saúde e da Academia Sul Americana de Medicina Integrada.
É Membro da Academia Internacional dos Profissionais de Saúde e da Academia Sul Americana de Medicina Integrada.

sábado, 3 de março de 2012

(http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/imagem/cl_10981.jpg)O Corpo de Dor
por Vera Ghimel (http://somostodosum.ig.com.br/p.asp?i=902) - veraghimel@oi.com.br (mailto:veraghimel@oi.com.br)
 
 
 
Lendo O Despertar de Uma Nova Consciência, de Eckhart Tolle, me inspirei para escrever sobre o que fazemos com a nossa memória presa a um passado de sofrimento. Mesmo ao nascer, já a trazemos como uma lembrança presente de algo que precisa ser libertado.
 
Nosso projeto reencarnatório nada mais é do que o filme que queremos viver com o elenco contratado por nós para contracenar as experiências que achamos necessárias ao nosso crescimento.
Mas quando aqui estamos, somos envolvidos pelo sistema de crença vigente que nos afasta de nossa essência, empurrando-nos para a convivência com nosso Ego. Aprendemos pela educação que devemos nos reconhecer pela nossa história e pela nossa personalidade condicionada por este passado.
Passamos então a revivê-la como forma de identificação do nosso Eu. São as lembranças mentais e emocionais.
Se elas fossem apenas experiências, não seria de todo mal, mas são carregadas de ressentimento, arrependimento, remorso, hostilidade, culpa etc. Isso o autor do Poder do Agora chama de “corpo de dor” e pelo filósofo indiano Osho de “estorvo”. Eu prefiro chamá-lo de arquétipo negativo.
 
Um arquétipo construído ao longo de histórias de sofrimento agrega tanta dor que acaba tendo existência própria. Ele se alimenta de tudo o que lhe assemelha e atrai acontecimentos para que você o veja e continue a alimentá-lo. É como um ser primitivo e emocional com características de sabotador e vítima. Vibra nessa sintonia e caminha nessa direção. Se você estiver sozinho(a), sentirá um desejo de relembrar episódios tristes ou difíceis de assimilar. Se estiver acompanhado, ele levará você ao conflito, provocando mais sofrimento e assim se alimentando.
 
Esses arquétipos negativos ou “corpo de dor” segundo Tolle, necessitam sempre provocar para se sentirem vítimas. Não querem solução, pois se sentem vivos pensando no “problema”. Aonde forem angariam inimigos ou desafetos, e em graus mais intensos partem até para embates judiciais somente pelo prazer de se manterem na sintonia da discórdia.
 
Há uma aliança perversa entre o EGO e o corpo de dor.
 
Um alimenta o outro.
Mas como podemos nos libertar dessa cilada? Simples, basta parar de se identificar com esse corpo. Se paramos de regar uma planta ela não cresce. Precisamos encarar as emoções que nos paralisaram no sofrimento e com essa consciência começamos a mudar. É retirar essa emoção ruim de onde está e trazê-la à tona. Dói, é óbvio, mas não mais que uma vez só. O tempo e a energia que se gasta mantendo essas emoções negativas escondidas ou dissimuladas é que as mantém vivas e ávidas por mais sofrimento.
 
Já repararam nas pessoas que você sugere alguma solução e elas dizem de imediato que não vão conseguir? Frases como “é muito difícil, não tenho forças, é muito fácil falar quando se está de fora, não consigo esquecer, não posso perdoar, a culpa é dele(a)”, são comuns na expressão do corpo de dor ou arquétipo negativo. Quando as filosofias ou mensagens dos mestres ou avatares indicavam que deveríamos nos aceitar e nos conhecer, isso nada mais era que não deixar o corpo de dor tomar posse de nossa existência.
 
Vamos fazer o seguinte exercício: Primeiro vamos dar-lhe um nome qualquer, como por exemplo encostinho, obsessor, sabotador, etc. Vamos aquietar a mente e ter uma conversa definitiva decidindo quem manda. Para enfraquecer esse “cidadão virtual” diga-lhe que quem manda em sua vida é o seu Eu Superior (o somatório de todos os personagens de todas as suas vidas vividas, associado à sua essência divina ou alma). Depois trate-o com amor dizendo que tudo o que você viveu nessa vida e em vidas passadas que trouxe sofrimento, já está transformado em aprendizado (afinal viemos aqui para aprender e não para sofrer) e por fim, dê-lhe uma nova função, por exemplo de secretário(a) ou assessor(a) com tarefas (liste-as se quiser) para que as execute. Este(a) novo(a) aliado(a) será o(a) intermediário(a) entre o seu desejo e o Universo, preparando tudo para você receber da vida, enquanto você cuida do seu “agora”.
Tenho feito, em terapia, essa transformação de funções do arquétipo negativo com excelentes resultados (chamo de método Vera Ghimmel). Ao invés de você ter um boicotador, empurrando você para os acontecimentos dolorosos, terá um forte aliado, construindo as oportunidades de acontecimentos prazerosos.
 
Temos o poder de co-criar nossa história e como diretor(a), roteirista, produtor(a), iluminador(a), sonoplasta etc. de nossa vida, vivemos o filme que quisermos, com direito a escolha de elenco (6 bilhões constam no cadastro) e de palco (a vasta superfície do planeta Terra).
Mãos à obra, comece a rodar o seu melhor filme e seja feliz!
 
Texto revisado por: Cris (mailto:maclauro@terra.com.br)
 
 
O Autor deste artigo indica
 
http://www.stum.com.br/tc25225
 
http://www.stum.com.br/tc26394