sábado, 30 de junho de 2012
MEDO DA VIDA
Medo da vida (parte 1)
Você pode tornar tudo positivo somente se você tornar-se positivo em relação à vida. Mas nós não somos positivos em relação à vida. Por quê? Por que nós não somos positivos em relação à vida? Por que nós somos negativos? Por que essa luta constante? Por que nós não podemos ter uma entrega total à vida? Qual é o medo?Você pode não ter observado: você tem medo da vida – muito medo da vida. Pode soar estranho dizer que você tem medo da vida, porque comumente você sente que tem medo da morte, não da vida. Essa é a observação usual, que todo mundo tem medo da morte. Mas eu lhe digo: você tem medo da morte somente porque tem medo da vida. Aquele que não tem medo da vida não terá medo da morte.
Por que nós temos medo da vida? Três razões. Primeira: seu ego só pode existir se ele for contra a corrente. Flutuando corrente abaixo, seu ego não pode existir. Seu ego só pode existir quando ele luta, quando ele diz "não". Se ele disser "sim", sempre "sim", ele não poderá existir. O ego é a causa básica de dizer "não" a tudo.
Olhe os seus modos, como você se comporta e reage. Olhe como o "não" vem imediatamente à mente, e como o "sim" é muito, muito difícil – porque com o "não" você existe como um ego. Com o "sim", a sua identidade fica perdida, você se torna uma gota no oceano. Não há nenhum ego no "sim"; eis por que é tão difícil dizer sim – muito difícil.
Você está me entendendo? Se você está indo contra a corrente, você sente que você existe. Se você simplesmente se entrega e começa a flutuar com a corrente aonde quer que ela o conduza, você não sente que você existe. Então, você se tornou parte do rio. Esse ego, esse pensar-se isolado como um "eu", cria a negatividade à sua volta. Esse ego cria as ondulações de negatividade.
Osho, em "O Livro dos Segredos"
Imagem por Meredith_Farmer
Medo da vida (parte 3)
Se eu amo alguém, imediatamente minha mente começará a funcionar no sentido de como me casar com essa pessoa, porque o casamento fixa as coisas. O amor é um fluxo, o amor não pode ser previsível.Ninguém sabe aonde ele conduzirá, ou se ele conduzirá a algum lugar. Ninguém sabe! Ele está flutuando com a correnteza e você não sabe aonde a correnteza está indo. Ele pode não estar presente no dia seguinte, no próximo momento...
Você não pode ter certeza quanto ao próximo momento. Mas a mente quer certeza, e a vida é insegurança. Porque a mente quer certeza, a mente é contra o amor. A mente é pelo casamento, porque o casamento é uma coisa fixa. Agora você tem as coisas fixas; assim, agora o fluxo está quebrado. Agora, a água não está fluindo – ela se tornou gelo. Agora, você tem alguma coisa morta; você pode prever.
Somente coisas mortas são previsíveis. Quanto mais alguma coisa está viva, mais ela é imprevisível. Ninguém sabe aonde a vida irá.
Medo da vida (parte 4)
Assim, nós não queremos a vida, queremos coisas mortas. Eis por que nós continuamos possuindo coisas. É difícil viver com uma pessoa; é fácil viver com coisas. Assim, nós continuamos possuindo coisas e coisas e coisas... É difícil viver com uma pessoa. E se nós temos que viver com uma pessoa, nós tentaremos fazer dessa pessoa uma coisa, nós não podemos permitir a pessoa.Uma esposa é uma coisa, um marido é uma coisa. Eles não são pessoas, eles são coisas fixas. Quando o marido chega em casa, ele sabe que a esposa estará lá, esperando. Ele sabe, ele pode prever. Se ele quiser fazer amor, ele pode fazer – a esposa estará disponível. A esposa se torna uma coisa.
A esposa não pode dizer "não, hoje não estou com vontade de fazer amor". Não se supõe que esposas digam tais coisas. Não está com vontade!? Não se supõe que elas tenham vontade. Elas são instituições fixas – institutos. Você pode confiar no instituto; você não pode confiar na vida. Dessa forma, nós transformamos pessoas em coisas.
Olhe para qualquer relacionamento. No começo é um relacionamento de "eu" e "tu", mas, mais cedo ou mais tarde, ele se torna um relacionamento de "eu" e "aquilo". O "tu" desaparece e, então, nós continuamos esperando determinadas coisas. Nós dizemos: "Faça isto!" Você terá de fazê-lo. É uma obrigação; aquilo tem de ser feito mecanicamente. Você não pode dizer "eu não posso fazer isso".
Essa fixidez é o medo da vida.
Osho, em "O Livro dos Segredos"
Medo da vida (parte 5)
A vida é um fluxo; nada pode ser dito sobre a vida. Eu o amo neste momento, mas, no momento seguinte, o amor pode desaparecer. No momento anterior ele não estava presente; neste momento, ele está.E não é por minha causa que ele está presente, ele simplesmente aconteceu. Eu não pude forçá-lo a estar presente. Ele apenas aconteceu e aquilo que aconteceu pode não acontecer em outro momento, você não pode fazer nada. No momento seguinte, ele pode desaparecer;não há certeza quanto ao momento seguinte.
Mas a mente quer certeza; assim, ela transforma amor em casamento. A coisa viva se torna morta. Então, você pode possuí-la, então, você pode confiar nela. No dia seguinte também haverá amor. Esse é o absurdo de toda a coisa: você terá matado a coisa a fim de possuí-lae, então, você nunca pode desfrutá-la, porque ela não existe mais, ela está morta.
Para que você pudesse possuir a esposa, ela foi morta. A amada se torna uma esposa e agora você espera que a esposa se comporte como a amada. Isso é absurdo, a esposa não pode se comportar como a amada. A amada tinha vida, a esposa está morta. A amada era um acontecimento, a esposa é uma instituição.
E como a esposa não está se comportando como a amada, então, você diz: "Você não me ama? Você me amava antes". Mas essa não é a mesma pessoa. Essa não é nem mesmo uma pessoa, é uma coisa. Primeiro você a matou para possuí-la e, agora, você quer a vivacidade dela. Então, a miséria toda é criada.
Nós temos medo da vida porque a vida é um fluxo. A mente quer certeza. Se você realmente quer estar vivo, esteja pronto para ser inseguro. Não há nenhuma segurança e não há modo de se criar segurança!
Há somente um modo: não viva, então, você estará seguro. Assim, aqueles que estão mortos estão absolutamente seguros. Uma pessoa viva é insegura. A insegurança é o próprio núcleo central
DAI DE GRAÇA O QUE DE GRAÇA RECEBEI
Mateus 21
E, quando se aproximaram de Jerusalém, e chegaram a Betfagé, ao Monte das Oliveiras, enviou, então, Jesus dois discípulos, dizendo-lhes:
Ide à aldeia que está defronte de vós, e logo encontrareis uma jumenta presa, e um jumentinho com ela; desprendei-a, e trazei-mos.
E, se alguém vos disser alguma coisa, direis que o Senhor os há de mister; e logo os enviará.
Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta, que diz:
Dizei à filha de Sião: Eis que o teu Rei aí te vem, Manso, e assentado sobre uma jumenta, E sobre um jumentinho, filho de animal de carga.
E, indo os discípulos, e fazendo como Jesus lhes ordenara,
Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima.
E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho.
E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!

E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem é este?
E a multidão dizia: Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galiléia.
E entrou Jesus no templo do Senhor, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas;
E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.
E foram ter com ele no templo cegos e coxos, e curou-os.
Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se,
E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?
E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite.
E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome;
E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe:Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente.
E os discípulos, vendo isto, maravilharam-se, dizendo: Como secou imediatamente a figueira?
Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue-te, e precipita-te no mar, assim será feito;
E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.
E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isto? e quem te deu tal autoridade?
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isto.
O batismo de João, de onde era? Do céu, ou dos homens? E pensavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que não o crestes?
E, se dissermos: Dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João como profeta.
E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes: Nem eu vos digo com que autoridade faço isto.
Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi.
E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.
Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino dos Céus.
Porque João veio a vós no caminho da justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer.
Ouvi, ainda, outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe.
E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os seus frutos.
E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro.
Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e eles fizeram-lhes o mesmo.
E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho.
Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança.
E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram.
Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?
Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe dêem os frutos.
Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos?
Portanto, eu vos digo que o reino dos Céus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos.
E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.
E os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas palavras, entenderam que falava deles;
E, pretendendo prendê-lo, recearam o povo, porquanto o tinham por profeta.
"Dar de Graça o que de graça receber"
Neste contexto de "vendilhões do templo" alertado por Jesus de Nazaré e "o tráfego das coisas santas sob qualquer forma que seja":
Neste contexto de "vendilhões do templo" alertado por Jesus de Nazaré e "o tráfego das coisas santas sob qualquer forma que seja":
- Dom de Curar
- Preces Pagas
- Vendilhões Expulsos do Templo
- Mediunidade Gratuita
Dom de Curar
Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expeli os demônios; dai de graça o que de graça recebestes. (Mateus, X: 8).
“Dai de graça o que de graça recebestes”, disse Jesus aos seus discípulos, e por esse preceito estabelece que não se deve cobrar aquilo por que nada se pagou. Ora, o que eles haviam recebido de graça era a faculdade de curar os doentes e de expulsar os demônios, ou seja, os maus Espíritos. Esse dom lhe fora dado gratuitamente pelo PAI, para alívio dos que sofrem e para ajudar a propagação da fé. Ele lhes diz que não o transformem em objeto de comércio ou de especulação, nem em meio de vida.
Preces Pagas
– Estando porém ouvindo-o todo o povo, disse Jesus a seus discípulos: Guardai-vos dos escribas, que querem andar com roupas talares, e gostam de ser saudados nas praças, e das primeiras cadeiras nas sinagogas, e dos primeiros assentos nos banquetes; que devoram as casas das viúvas, fingindo largas orações. Estes tais receberão maior condenação. (Lucas, XX: 45-47, e semelhantes em Marcos, XIII: 38-40; Mateus, XXIII: 14).
– Disse ainda Jesus: Não façais que as vossas preces sejam pagas; não façais como os escribas, que “a pretexto de longas preces, devoram as casas das viúvas”, o que quer dizer: apossam-se de suas fortunas.
Vendilhões Expulsos do Templo
Jesus expulsou os vendilhões do templo, e assim condenou o tráfico das coisas santas, sob qualquer forma que seja. A LUZ não vende a sua benção, nem a entrada no Reino dos Céus. O homem não tem, portanto, o direito de cobrar nada disso.
Jesus expulsou os vendilhões do templo, e assim condenou o tráfico das coisas santas, sob qualquer forma que seja. A LUZ não vende a sua benção, nem a entrada no Reino dos Céus. O homem não tem, portanto, o direito de cobrar nada disso.
Mediunidade Gratuita
– Os médiuns modernos, — pois os apóstolos também tinham mediunidade, — receberam igualmente do ESPÍRITO SANTO um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos Espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem, pois que não se originam nas suas idéias, nem nas suas pesquisas, nem em qualquer outra espécie de seu trabalho pessoal. A FONTE deseja que a LUZ atinja a todos, e não que o mais pobre seja deserdado e possa dizer: Não tenho fé, porque não pude pagar; não tive a consolação de receber o estímulo e o testemunho de afeição daqueles por quem choro, pois sou pobre. Eis porque a mediunidade não é um privilégio, e se encontra por toda parte. Fazê-la pagar, seria portanto desviá-la de sua finalidade providencial.
– Qualquer pessoa que conheça as condições em que os bons Espíritos se comunicam, sua repulsa a todas as formas de interesse egoísta, e saiba como pouca coisa basta para afastá-los, jamais poderá admitir que Espíritos Superiores estejam à disposição do primeiro que os convocar a tanto por sessão. O simples bom senso repele semelhante coisa. Não seria ainda uma profanação, evocar por dinheiro os seres que respeitamos ou que nos são caros? Não há dúvida que podemos obter manifestações dessa maneira, mas quem poderia garantir-lhes a sinceridade? Os Espíritos levianos, mentirosos e espertos, e toda a turba de Espíritos inferiores, muito pouco escrupulosos, atendem sempre a esses chamados, e estão prontos a responder ao que lhes perguntarem, sem qualquer preocupação com a verdade. Aquele, pois, que deseja comunicações sérias, deve primeiro procurá-las com seriedade, esclarecendo-se quanto à natureza das ligações do médium com os seres do mundo espiritual. Ora, a primeira condição para se conseguir a boa vontade dos bons Espíritos é a que decorre da humildade, do devotamento e da abnegação: o mais absoluto desinteresse moral e material.
– Ao lado da questão moral, apresenta-se uma consideração de ordem positiva, não menos importante, que se refere à própria natureza da faculdade. A mediunidade séria não pode ser e não será jamais uma profissão, não somente porque isso a desacreditaria no plano moral, colocando os médiuns na mesma posição dos ledores da sorte, mas porque existe ainda uma dificuldade material para isso: é que se trata de uma faculdade essencialmente instável, fugida, variável, com a qual ninguém pode contar na certa. Ela seria, portanto, para o seu explorador, um campo inteiramente incerto, que poderia escapar-lhe no momento mais necessário. Bem diversa é uma capacidade adquirida pelo estudo e pelo trabalho, e que, por isso mesmo, torna-se uma verdadeira propriedade, da qual é naturalmente lícito tirar proveito. A mediunidade, porém, não é nem uma arte nem uma habilidade, e por isso não pode ser profissionalizada. Ela só existe graças ao concurso dos Espíritos; se estes faltarem, não há mediunidade, pois embora a aptidão possa subsistir, o exercício se torna impossível. Não há, portanto, um único médium no mundo, que possa garantir a obtenção de um fenômeno espírita em determinado momento. Explorar a mediunidade, como se vê, é querer dispor de uma coisa que realmente não se possui. Afirmar o contrário é enganar os que pagam. Mas há mais, porque não é de si mesmo, que se dispõe, e sim dos Espíritos, das almas dos mortos, cujo concurso é posto à venda. Este pensamento repugna instintivamente. Foi esse tráfico, degenerado em abuso, explorado pelo charlatanismo, pela ignorância, a credulidade e a superstição, que provocou a proibição de Moisés. O Espiritismo moderno, compreendendo o aspecto sério do assunto, lançou o descrédito sobre essa exploração, e elevou a mediunidade à categoria de missão. (Ver Livro dos Médiuns, cap. XXVIII, e Céu e Inferno, cap. XII).
– A mediunidade é uma coisa sagrada, que deve ser praticada santamente, religiosamente. E se há uma espécie de mediunidade que requer esta condição de maneira ainda mais absoluta, é a mediunidade curadora. O médico oferece o resultado dos seus estudos, feitos ao peso de sacrifícios geralmente penosos; o magnetizador, o seu próprio fluído, e freqüentemente a sua própria saúde: eles podem estipular um preço para isso. O médium curador transmite o fluído salutar dos bons Espíritos, e não tem o direito de vendê-lo. Jesus e os Apóstolos, embora pobres, não cobravam as curas que operavam.
Que aquele, pois, que não tem do que viver, procure outros recursos que não os da mediunidade; e que não lhe consagre, se necessário, senão o tempo de que materialmente possa dispor. Os Espíritos levarão em conta o seu devotamento e os seus sacrifícios, enquanto se afastarão dos que pretendem fazer da mediunidade um meio de subir na vida.
– Os médiuns modernos, — pois os apóstolos também tinham mediunidade, — receberam igualmente do ESPÍRITO SANTO um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos Espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem, pois que não se originam nas suas idéias, nem nas suas pesquisas, nem em qualquer outra espécie de seu trabalho pessoal. A FONTE deseja que a LUZ atinja a todos, e não que o mais pobre seja deserdado e possa dizer: Não tenho fé, porque não pude pagar; não tive a consolação de receber o estímulo e o testemunho de afeição daqueles por quem choro, pois sou pobre. Eis porque a mediunidade não é um privilégio, e se encontra por toda parte. Fazê-la pagar, seria portanto desviá-la de sua finalidade providencial.
– Qualquer pessoa que conheça as condições em que os bons Espíritos se comunicam, sua repulsa a todas as formas de interesse egoísta, e saiba como pouca coisa basta para afastá-los, jamais poderá admitir que Espíritos Superiores estejam à disposição do primeiro que os convocar a tanto por sessão. O simples bom senso repele semelhante coisa. Não seria ainda uma profanação, evocar por dinheiro os seres que respeitamos ou que nos são caros? Não há dúvida que podemos obter manifestações dessa maneira, mas quem poderia garantir-lhes a sinceridade? Os Espíritos levianos, mentirosos e espertos, e toda a turba de Espíritos inferiores, muito pouco escrupulosos, atendem sempre a esses chamados, e estão prontos a responder ao que lhes perguntarem, sem qualquer preocupação com a verdade. Aquele, pois, que deseja comunicações sérias, deve primeiro procurá-las com seriedade, esclarecendo-se quanto à natureza das ligações do médium com os seres do mundo espiritual. Ora, a primeira condição para se conseguir a boa vontade dos bons Espíritos é a que decorre da humildade, do devotamento e da abnegação: o mais absoluto desinteresse moral e material.
– Ao lado da questão moral, apresenta-se uma consideração de ordem positiva, não menos importante, que se refere à própria natureza da faculdade. A mediunidade séria não pode ser e não será jamais uma profissão, não somente porque isso a desacreditaria no plano moral, colocando os médiuns na mesma posição dos ledores da sorte, mas porque existe ainda uma dificuldade material para isso: é que se trata de uma faculdade essencialmente instável, fugida, variável, com a qual ninguém pode contar na certa. Ela seria, portanto, para o seu explorador, um campo inteiramente incerto, que poderia escapar-lhe no momento mais necessário. Bem diversa é uma capacidade adquirida pelo estudo e pelo trabalho, e que, por isso mesmo, torna-se uma verdadeira propriedade, da qual é naturalmente lícito tirar proveito. A mediunidade, porém, não é nem uma arte nem uma habilidade, e por isso não pode ser profissionalizada. Ela só existe graças ao concurso dos Espíritos; se estes faltarem, não há mediunidade, pois embora a aptidão possa subsistir, o exercício se torna impossível. Não há, portanto, um único médium no mundo, que possa garantir a obtenção de um fenômeno espírita em determinado momento. Explorar a mediunidade, como se vê, é querer dispor de uma coisa que realmente não se possui. Afirmar o contrário é enganar os que pagam. Mas há mais, porque não é de si mesmo, que se dispõe, e sim dos Espíritos, das almas dos mortos, cujo concurso é posto à venda. Este pensamento repugna instintivamente. Foi esse tráfico, degenerado em abuso, explorado pelo charlatanismo, pela ignorância, a credulidade e a superstição, que provocou a proibição de Moisés. O Espiritismo moderno, compreendendo o aspecto sério do assunto, lançou o descrédito sobre essa exploração, e elevou a mediunidade à categoria de missão. (Ver Livro dos Médiuns, cap. XXVIII, e Céu e Inferno, cap. XII).
– A mediunidade é uma coisa sagrada, que deve ser praticada santamente, religiosamente. E se há uma espécie de mediunidade que requer esta condição de maneira ainda mais absoluta, é a mediunidade curadora. O médico oferece o resultado dos seus estudos, feitos ao peso de sacrifícios geralmente penosos; o magnetizador, o seu próprio fluído, e freqüentemente a sua própria saúde: eles podem estipular um preço para isso. O médium curador transmite o fluído salutar dos bons Espíritos, e não tem o direito de vendê-lo. Jesus e os Apóstolos, embora pobres, não cobravam as curas que operavam.
Que aquele, pois, que não tem do que viver, procure outros recursos que não os da mediunidade; e que não lhe consagre, se necessário, senão o tempo de que materialmente possa dispor. Os Espíritos levarão em conta o seu devotamento e os seus sacrifícios, enquanto se afastarão dos que pretendem fazer da mediunidade um meio de subir na vida.
Trechos extraídos de: http://www.comunidadeespirita.com.br/artigos/artigos2008/vendilhoes...
OS VENDILHÕES DO TEMPLO
João 2:14 E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados;
João 2:15 tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas
João 2:16 e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.
João 2:17 Lembraram-se os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá.
João 2:18 Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas coisas?
João 2:19 Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.
João 2:20 Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?
João 2:21 Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.
João 2:22 Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.
João 2:23 Estando ele em Jerusalém, durante a Festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome;
João 2:24 mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos.
João 2:25 E não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana.
As pessoas vêm até mim e perguntam: "O que é certo e o que é errado?" Eu digo: "Percepção é certo e não-percepção é errado." Não rotulo as ações como certas ou erradas.
Não digo que a violência é errada. Algumas vezes a violência pode ser certa.
Não digo que o amor é certo. Algumas vezes o amor pode ser errado. O amor pode ser dirigido à pessoa errada, pode ter motivos errados. Uma pessoa diz que ama sua nação. Isso é errado, pois o nacionalismo é uma praga. Outra pessoa diz que ama sua religião. Essa pessoa pode matar, assassinar, incendiar os templos de outras pessoas.O amor nem sempre está certo, e a raiva nem sempre está errada.
Então o que é certo e o que é errado?
Para mim, a percepção é o certo. Se você estiver com raiva, mas em total percepção, até a raiva estará certa. E se você estiver amando sem percepção, mesmo o amor estará errado.
Assim deixe a qualidade da percepção estar presente em todos os seus atos, em cada pensamento, em cada sonho que você tem.
Deixe que a qualidade da percepção penetre cada vez mais em seu ser. Banhe-se na qualidade da percepção. Então qualquer coisa que você fizer será uma virtude. Então qualquer coisa que você fizer será uma bênção para você e para o mundo em que vive.
Compaixão - Jesus e os mercadores
Deixe-me lembrá-lo de uma situação que ocorreu durante a vida de Jesus. Ele pegou um chicote e entrou no grande templo de Jerusalém. Um chicote nas mãos de Jesus? Era isso que Buda queria dizer quando falou:"Uma mão sem feridas pode segurar veneno." Sim, Jesus pode usar um chicote, não há problema nisso, pois o chicote não tomará conta dele. Ele permanece alerta, tamanha é sua consciência.
O grande templo de Jerusalém havia se tornado um abrigo de ladrões. Havia mercadores dentro do templo e eles estavam explorando todo o país. Jesus entrou sozinho no templo e revirou as bancas de mercadorias, jogou todas as mercadorias no chão e criou tamanha balbúrdia que os mercadores saíram do templo.
Eles eram muitos e Jesus estava sozinho, mas ele estava tão cheio de fúria, tão irritado!
Isso se tornou um problema para os cristãos: como explicar seus atos?
Porque todo o esforço dos cristãos tem sido para provar que Jesus é como uma pomba, um símbolo de paz.
Como ele poderia usar um chicote? Como poderia estar tão furioso, tão enraivecido, a ponto de revirar as bancas dos mercadores e expulsá-los do templo? E deveria estar possesso, do contrário teria sido dominado, pois estava só.
Sua energia deve ter sido tempestuosa, os outros não podiam enfrentá-lo. Os sacerdotes e os mercadores fugiram gritando, dizendo que aquele homem estava louco.
Os cristãos evitam esta história. Mas não há porque evitá-la se você compreender isso:Jesus é completamente inocente! ele não é a raiva, ele é a compaixão. Ele não é violência ou destruição, ele é amor. O chicote em suas mãos é o chicote nas mãos do amor, da compaixão.
Um homem que possui percepção age a partir de sua percepção, e por isso não há arrependimento: sua ação é plena. E uma das belezas de uma ação plena é que ela não cria um carma, não cria nada. Na verdade, não deixa nenhuma marca em você. É como escrever na água: antes mesmo que você tenha terminado... já se foi. Não é nem como escrever na areia, pois essa escrita pode permanecer por algumas horas, se o vento não soprar - é como escrever na água.
Se você puder estar completamente alerta, então não haverá problemas.
Você pode segurar veneno: então o veneno irá funcionar como um remédio. Nas mãos de um sábio, o veneno se torna remédio. Nas mãos de um tolo, mesmo remédio, mesmo um néctar irá se tornar veneno. Se você agir partindo da inocência - não do conhecimento, mas da inocência de uma criança - então jamais poderá gerar qualquer mal, porque não deixará marcas. Você permanecerá livre para agir. Você viverá plenamente e nenhuma ação pesará sobre você.
Fonte: TIMES - Osho
www.osho.com/Main.cfm/Area/.../English.htm
Compaixão - Jesus e os mercadoresDeixe-me lembrá-lo de uma situação que ocorreu durante a vida de Jesus. Ele pegou um chicote e entrou no grande templo de Jerusalém. Um chicote nas mãos de Jesus? Era isso que Buda queria dizer quando falou:"Uma mão sem feridas pode segurar veneno." Sim, Jesus pode usar um chicote, não há problema nisso, pois o chicote não tomará conta dele. Ele permanece alerta, tamanha é sua consciência.
O grande templo de Jerusalém havia se tornado um abrigo de ladrões. Havia mercadores dentro do templo e eles estavam explorando todo o país. Jesus entrou sozinho no templo e revirou as bancas de mercadorias, jogou todas as mercadorias no chão e criou tamanha balbúrdia que os mercadores saíram do templo.
Eles eram muitos e Jesus estava sozinho, mas ele estava tão cheio de fúria, tão irritado!
Isso se tornou um problema para os cristãos: como explicar seus atos?
Porque todo o esforço dos cristãos tem sido para provar que Jesus é como uma pomba, um símbolo de paz.
Como ele poderia usar um chicote? Como poderia estar tão furioso, tão enraivecido, a ponto de revirar as bancas dos mercadores e expulsá-los do templo? E deveria estar possesso, do contrário teria sido dominado, pois estava só.
Sua energia deve ter sido tempestuosa, os outros não podiam enfrentá-lo. Os sacerdotes e os mercadores fugiram gritando, dizendo que aquele homem estava louco.
Os cristãos evitam esta história. Mas não há porque evitá-la se você compreender isso:Jesus é completamente inocente! ele não é a raiva, ele é a compaixão. Ele não é violência ou destruição, ele é amor. O chicote em suas mãos é o chicote nas mãos do amor, da compaixão.
Um homem que possui percepção age a partir de sua percepção, e por isso não há arrependimento: sua ação é plena. E uma das belezas de uma ação plena é que ela não cria um carma, não cria nada. Na verdade, não deixa nenhuma marca em você. É como escrever na água: antes mesmo que você tenha terminado... já se foi. Não é nem como escrever na areia, pois essa escrita pode permanecer por algumas horas, se o vento não soprar - é como escrever na água.
Se você puder estar completamente alerta, então não haverá problemas.
Você pode segurar veneno: então o veneno irá funcionar como um remédio. Nas mãos de um sábio, o veneno se torna remédio. Nas mãos de um tolo, mesmo remédio, mesmo um néctar irá se tornar veneno. Se você agir partindo da inocência - não do conhecimento, mas da inocência de uma criança - então jamais poderá gerar qualquer mal, porque não deixará marcas. Você permanecerá livre para agir. Você viverá plenamente e nenhuma ação pesará sobre você.
Fonte: TIMES - Osho
www.osho.com/Main.cfm/Area/.../English.htm
DEIXO -VOS A PAZ
DEIXO-VOS A MINHA PAZ Jo 14,27-31a
Chegou à hora do Príncipe da Paz partir para o seio do Seu Pai. E não querendo deixar seus melhor amigos em conflito, em guerra rompe o silencio provocado pelo medo da solidão que seria provada pela sua ausência. Então se levanta e pronuncia as benditas palavras: Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo.
Trata-se aqui do discurso da despedida. O mestre sabia que tinha chegado a hora de sair deste mundo. E por isso, não queria partir sem dar sossego, calma, segurança, tranqüilidade, amparo, conforto, prosperidade, vitória em fim garantia de vida plena.
O mestre faz uma clara declaração da sua personalidade.
Ele é, por natureza, comunicador de paz. Sem dúvida, não estamos às voltas com uma espécie de paz intimista e sentimental. A paz de Jesus é muito mais do que isto! Ele é O Príncipe da Paz.
A paz é um dom de Jesus para seus discípulos, em vista do testemunho que são chamados a dar.
Ela visa à ação. Por isso, não pode reduzir-se ao nível do sentimento. A paz de Jesus tem como efeito banir do coração dos discípulos todo e qualquer resquício de perturbação ou de temor que leva ao imobilismo. Possuindo o dom da paz, eles deveriam manter-se imperturbáveis, sem se deixar intimidar diante das dificuldades.
Assim pensada, a paz de Jesus consiste numa força divina que não deixa que os discípulos rompam a comunhão com o Mestre.
É Jesus mesmo, presente na vida dos discípulos, sustentando-lhes a caminhada, sempre dispostos a seguir adiante com alegria, rumo à casa do Pai, apesar das adversidades que deverão enfrentar.
A paz do mundo é bem outra coisa. A paz do mundo é falsa e enganosa, coexistindo com a perturbação e o medo. A paz do mundo é a ausência de discordâncias, questionamentos ou conflitos, vigorando a submissão geral
à ordem imposta pelo poder.
Encontra-se na fuga e na alienação dos problemas da vida. Leva o discípulo a cruzar os braços, numa confiança ingênua em Deus do qual tudo espera, sem exigir colaboração. Neste sentido ela é uma paz que conduz à morte!
O discípulo sensato rejeita a paz oferecida pelo mundo para acolher aquela que Jesus oferece. Pois eles sabem que só a paz de Jesus desfaz a paz que o mundo e os seus homens podem oferecer.
A paz de Jesus é a paz que é fruto da prática libertadora, fraterna, solidária, restauradora da vida e da dignidade dos homens e mulheres. É a paz do reencontrar a vida na união de vontade com o Pai.
Jesus Príncipe da Paz dá-me a constância na fé e na esperança para que jamais duvide das vossas promessas.
Deixo-vos a minha Paz. Sim Senhor Jesus eu dá-me a graça e a força para que no meu dia a dia eu a começar por hoje e agora eu tome posse da vossa Paz. Paz que me tranqüiliza a alma e me faça em tudo mais do que
vencedor porque Tu estás comigo e em mim.
fonte: http://blog.cancaonova.com/homilia/2009/05/12/deixo-vos-a-minha-paz...
Postado por: Padre Bantu Mendonça K. Sayla
"Deixo-lhes a paz; a minha lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo"
João 14.27
quarta-feira, 20 de junho de 2012
DO EVANGELHO ESSENIO DA PAZ
escritas? Diz-nos aqui de onde tu as vês, pois nós não conhecemos mais que as escrituras
que temos herdado de nossos antepassados. Diga-nos as leis de que falas, para que as
ouvindo sejamos sarados e justificados.”
Jesus disse: “Vós não entendeis as palavras da Vida, porque estão na Morte. A
obscuridade encobre vossos olhos, e vossos ouvidos estão tapados. Pois vos digo que não se
aproveita em absoluto que estudeis as escrituras mortas se por vossas obras negais a quem
as deu. Em verdade vos digo que Deus e Suas leis não se encontram no que vós fazeis. Não
se encontram na gula nem na embriaguez, nem em uma vida desenfreada, nem na
luxúria, nem na busca de riquezas, nem muito menos no ódio a vossos inimigos. Pois
todas essas coisas estão longe do verdadeiro Deus e de seus anjos. Todas essas coisas vêm
do reino da escuridão e do senhor de todos os males. E todas essas coisas que levais em vós
mesmos; e, por isso, a palavra e o poder de Deus não entram em vós, pois em vosso corpo e
em vosso espírito habita todo tipo de males e abominações. Se desejais que a palavra e o
poder do Deus Vivo penetrem em vós, não profaneis vosso corpo nem vosso espírito; pois o
corpo é o templo do espírito, e o espírito é o templo de Deus. Purifiqueis, portanto, o
templo, para que o senhor do templo possa habitar nele e ocupar um lugar digno dele.”
“E retirai-vos de baixo da sombra do céu de Deus, de todas as tentações de vosso corpo e
de vosso espírito, que vêm de Satã.”
“Renovai-vos e sacrificai-vos. Pois em verdade vos digo que Satã e suas pragas somente
podem ser expulsos por meio do sacrifício e da oração. E por vossa conta e sacrifício em
solitário, sem mostrar vosso sacrifício a homem algum. O Deus vivo o verá e grande será
vossa recompensa. E sacrificai-vos até que Belzebu e todos os seus demônios vos
abandonem e todos os anjos de vossa Mãe Terrestre venham a servir-vos. Pois em verdade
vos digo que a não ser que vos sacrifiqueis, nunca vos livrareis do poder de Satã nem de
todas as enfermidades que vêm de Satã . Sacrificai e orai fervorosamente, buscando o
poder do Deus vivo para vossa cura. Enquanto estiverdes vos sacrificando, eviteis a todos
os filhos dos homens e buscai os anjos de nossa Mãe Terrestre, pois aquele que busca,
achará." EXTRAIDO DE O EVANGELHO ESSENIO DA PAZsábado, 16 de junho de 2012
VENTO DA MUDANÇA
Salto quântico? Que diabos é isso!?
Somos um conjunto de 50 trilhões de células, que formam um organismo chamado corpo humano que simultaneamente forma um organismo chamado Terra (Gaia)A Terra é semelhante ao corpo humano – A Terra tem sua própria geração eletromagnética, assim como o corpo humano. Somos tudo - pura energia, partículas eletromagnéticas viajando no tempo e no espaço.
Um salto quântico de partículas é o movimento de um objeto de um lugar para o outro sem percorrer o espaço que os separa.
Trazendo isso para nosso entendimento, um salto quântico de consciência é uma mudança de percepçãoda nossa realidade!!
No caso de um mega apocalipse,
vc não irá a lugar nenhum e não passará por lugar algum!
No momento estamos sintonizados com o mundo tridimensional, ou terceira dimensão, portanto, é o que percebemos como realidade. Nosso nível de abstrair o ambiente é muito limitado com o corpo que possuímos agora o que nos torna vulneráveis ao efeito que ele produz em nossa consciência.
Assim como um rádio e a televisão, todas as estações estão transmitindo nesse momento alguma programação ao mesmo tempo, independente de como vc as recebe, se sua antena é a cabo ou não.
Vc não vê o programa que está sendo enviado de outros países na sua TV ou outros programas daqui mesmo do Brasil? Sua antena é daquelas que se coloca em cima da TV ainda?
Veja, vc não vê as outras transmissões, não porque elas não existam, mas porque vc não tem mecanismos técnicos para decifrá-los, para recebê-los.
Assim é a nossa mente. Uma baita antena que recebe freqüências eletromagnéticas a todo instante e nesse momento a maioria de nós está sintonizado com a estação - 3D.
E se você mover o dial do seu rádio, ou trocar o canal da sua TV interna – sua PERCEPÇÂO - poderá se conectar com inúmeras estações que estão nesse momento disponíveis para todos nós – a 4D, 5D, 6Detc
A longitude de onda rápida e curta será proporcional a sua recepção e ela está intimamente ligada àativação do ritmo cambiante de nosso cérebro e de todas as células de nossos corpos afetando sobremaneira nosso DNA.
À medida que estamos mais e mais “sintonizados” com as vibrações vindas do espaço (informação), essa transmissão transformará drasticamente nossas mentes, emoções e forma física à medida que se sincronizam com as vibrações em aceleração durante este tempo de incrível mudança que estamos passando.
Quando estamos num estado de alegria ou gratificação, nossa freqüência vibratória muda e entramos em um “continuum” vibratório que vai se elevando cada vez mais.
Se vc não está receptivo a essas mudanças porque não acredita, ou porque não sabe como fazê-la, não desanime, a estação ou canalnão desaparece, ele continuará a transmitir até que vc sinta a sincronicidade das coisas. Chegará a sua hora de despertar.
Vc já sabe que temos poderes psíquicos – extrasensoriais – e esse “poder” nada mais é que mover o "dial" para alguma estação!
Qual a estação? Bem... lembre-se que vai depender de sua vibração e a vibração do MEDO atrainossos amiguinhos ... negativos.
Sua freqüência vibracional, ou seja, o estado de sua consciência, sua percepção quanto ao ambiente, determina a estação que irá acessar.
A morte – do corpo físico – é apenas mudança de vibração de nossa consciência – um salto quânticosem precedentes!
Não há nenhuma morte, só o movimento de consciências entre infinitas realidades de tempo/espaço. Ou seja, consciências (informações) viajando por ondas de transmissão.
O corpo físico (analogamente) seria o corpo de uma TV.
Toda aquela parnafenália de circuitos eletrônicos e fios seriam nossos órgãos internos.
Se algo quebrar ou danificar, a TV pára de transmitir com perfeição o que está sendo enviado (vai ter chiado, sombras, cores borradas ou sem cores), mas a programação será enviada de qualquer maneira.
Se seu aparelho de TV não consegue mais receber as freqüências, vc a troca por outra que dê o mesmo resultado ou por outra de última geração!
O que quero que vc entenda é que estão trocando as peças de nossa TV (nosso corpo) - pararecebermos uma melhor definição de informação – HD.
A TV de sua vizinha está no mesmo combo de antena a cabo que vc, mas ela verá coisas que vc não vê, porque sua TV é Full HDe a sua... ainda está no seletor de canais manual de 1970.
Assim, duas pessoas no mesmo lugar (no mesmo prédio), experimentam os mesmos eventos(transmissão) de maneira diferente!
Os diversos sons que alguns de nós estão ouvindo ou sentindo, fazem parte de uma alta freqüência para umareprogramação genética, assim como todo o universo está sendo atualizado a nível galáctico.
Nós sabemos que sons modificam a forma (cimática), portanto o som está modificando nosso organismo (TVs internas!)
Estamos nos tornando FULL HD!
A Matrix é uma construção vibracional e para remover seu controle temos que romper o poder vibracional que ela tem sobre nós.
Na realidade, a maior parte desse 'poder' é simplesmente nossa ignorância de que tal controle existe.
E uma coisa que deve ser entendida é que nós não morremos, porque nós não podemos morrer!
Consciência é Energia e energia não pode ser destruída, somente transformada em outraforma de expressão de si mesma.
Quando vc se percebe que não é seu corpo físico, mas sim, consciência eterna e infinita sua visão de si mesmo e seu potencial é expandido além da medida!!
A compreensão dessa idéia lhe daria
um puta salto quântico aqui!

Percebam que se entendermos que essas vibrações, freqüências, forem coerentes com nosso estado mental e físico poderemos passar por eventos caóticos com maior domínio, intuição e conhecimento de que estamos criando nosso próprio destino e não estaremos à mercê da informação do ambiente.
Observe que duas pessoas podem ter respostas emocionais muito diferentes passando pelo mesmo problema.
Enquanto uma pessoa pode ficar paralisada de medo, raiva e ressentimento, a outra pode sentir que o momento é inspirador e de total controle.
Ele ou ela podem “pegar” a mensagem cósmica, súbita e inesperada, como uma realidade que todos experimentamos como sendo um produto de nossas mentes.
Estes elementos libertam a consciência e criam uma atração positiva, de modo que no meio do caos encontraremos as diretrizes corretas que nos levarão a sair de forma emocional estável através das situações caóticas.
Para uma pessoa que está mental e emocionalmente preparada para receber eventos caóticoscomo catalisadores evolucionários, o futuro próximo estará cheio de incidentes “divertidos”, confusão inesperada e um sentimento de despertar de um sonho coletivo que nos prendeu por muito tempo.
Mas para uma pessoa que não estiver preparada (inconscientedessas mudanças) o caos será uma história totalmente diferente, com muita dor e sofrimento dominante que a tornará infinitamente presa aessa dimensão limitada.
As mudanças serão drásticas em todos os planos... Terminar-se-á o controle dos répteis negativos porque estarão em uma estação de rádio e TV diferentes, se é que você me entende.
Eles estão desesperados e o MEDO
é o controle sobre todos nós.
Quanto mais inseguros ficarmos em relação a nossos destinos e de nossos entes queridos, mais nós nos agarraremos ao DEUS deles, mais nos condicionaremos a pensar que não há saída e que a “SALVAÇÂO”está chegando!
As igrejas estão se proliferando como as farmácias. Há sempre uma a cada esquina.
Agora é tempo de decisão de separar o joio do trigo, de nos mergulhar em uma posição. Ou vc acredita que estamos sendo manipulados ou acredita que tudo não passa de mentes doentes e esotéricas.
As coisas vão piorar para aqueles que não sabem nada sobre o que está acontecendo no mundo. Fiquem atentos, poisELES não esqueceram de nós... vem chumbo grosso já, já...
A escolha é sempre nossa, medo ou amor, prisão ou liberdade. Livre arbítrio sempre.
Laura Botelho
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